sexta-feira, 17 de julho de 2009

Vou hoje fazer uma de crítica de cinema (hahahahahaha).Não sou pretensiosa , apenas gosto de compartilhar boas inpirações e momentos preciosos.

Hoje me dei o prazer - embalando em uma rede- de assistir "O Leitor" . O filme já estava em minha lista desde que vi a premiação do Oscar. Não era o mais cotado, mas o nome ME ENCANTOU, confesso à vocês que imaginei mil coisas, menos o que realmente vi no fime. Me vi repensando muitas atitudes que temos diante de alguém que não domina o mundo das letras e a sede humana de entender um código que determina boa parte do que somos.

Particularmente já gostava da atriz Kate Winslet que é a protagonista com o um outro ator que é "O menino" . Gente é um carrossel de emoções ! É um filme que nos faz sonhar com as imagens, repensar atitudes com as cenas e questionar o que fazemos pelas palavras (ou não). Desejo muito que todos àqueles que vivem do mundo das letras (profissionais ou não) possam se deleitar com este filme.
A arte venha de onde vier é o espelho no qual todos deveriam , nem que fosse de vez em quando se postar, porque ela nos dá a ilusão real da vida que vivemos ou que queremos viver.

Vou deixar à vocês a sinopse, como gotas de água a mentes sedentas para incentivá-los a ir até a fonte.

Sinopse
Na Alemanha pós-2ª Guerra Mundial o adolescente Michael Berg (David Kross) se envolve, por acaso, com Hanna Schmitz (Kate Winslet), uma mulher que tem o dobro de sua idade. Apesar das diferenças de classe, os dois se apaixonam e vivem uma bonita história de amor. Até que um dia Hanna desaparece misteriosamente. Oito anos se passam e Berg, então um interessado estudante de Direito, se surpreende ao reencontrar seu passado de adolescente quando acompanhava um polêmico julgamento por crimes de guerra cometidos pelos nazistas.




Estar no mundo é viver a cada segundo incessantemente a insanidade da existência. Uns vivem com mais intensidade outros com menor intensidade, mas todos contamos horas...

O que é a vida sem poesia? Já que estás passendo por este blog leia um pouco e viaje nas palavras.
A janela abre
bate de par em par,
a existência da rua que adentra o teu infinito eu sem alma.
sem calma
só alma
Tua rua cruza
com diversas ruas
minhas e tão suas...
Sua rua
minha rua
a vida gira
a vida não faz caminhos
Há círculos únicos
Circulos opostos
Há uma rota?
O corpo pede alma
a alma pede um corpo
E nós movidos pelo universo
divagamos...
Fecha-se a janela
Corpos enlouquecidos correm em busca de si.
No inexistente tempo...
Na inexistente vida...
A rua? continua lá como a rir de tua existência
O que buscas ? Para onde ir?
Cai a tarde ... Como tudo cai...